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Estava no meu segundo perÃodo de faculdade. Desde o primeiro, estava de olho em algumas meninas (da turma e de fora dela), mas ainda não tinha agido, em parte porquê sou casado e isso refreava meus impulsos. É importante deixar claro que não sou um perfeccionista. Assim, não procuro mulheres perfeitas, louras, de olhos azuis, 90-50-90 de medidas, como as de nossas fantasias. Claro que elas também caem bem, mas muitas vezes mulheres tecnicamente inferiores tem atrativos que compensam a diferença. Assim, notava diversos tipos de meninas (e mulheres), negras, louras, ruivas, altas, baixas, magras, gordinhas. Cada uma tem seu atrativo. Basta saber procurar.
Sem me estender muito, voltemos ao segundo perÃodo. Neste segundo perÃodo eu estava tendo um contato maior com a turma como um todo, pois um amigo com o qual me dava muito bem mudou de turno. Assim, comecei a me relacionar (e a notar) outras pessoas. Entre estas pessoas estava Alessandra.
Ela era uma negra clara (quase mulata), magra, cerca de 1,70m, bumbum pequeno e seios idem, do tamanho de laranjas, só que em forma de cone. Seu jeito de vestir não era o que se pode chamar de perfeito. Suas roupas eram sempre o que se costuma chamar de "suburbanas", com camisetas com detalhes, saias coloridas e sapatos floridos. Alessandra se maquiava com cores fortes também, usando a moda da época de pintar as sombrancelhas com cores brilhantes mas em pequena quantidade e com batons rosa ou vermelho. Usava esmaltes fortes (por vezes prateados) e às vezes detalhes como "coleiras" de pano (cordões bem apertados no pescoço), que me deixavam louco. Suas roupas eram sempre provocantes, com saias curtas, camisas finas sem sutiã (o que deixava o bico de seus seios estufando a blusa) e sapatos plataforma.
Eu procurava demonstrar meu interesse sem exageros, pois não queria que ninguém percebesse. Também procurava não dar a ela a certeza de minhas intenções, pois como disse sou casado e ela poderia espalhar para todo mundo. Assim, devagar e sempre, dava indiretas e olhares mais demorados, tentando analisar a situação. Alessandra sempre se mostrou receptiva, mas também nunca deixou transparecer nada que pudesse me dar a certeza do que eu queria.
Por muitas vezes, sentava ao lado dela e passava a aula toda roçando o braço no seu. Meus olhares, quando mais demorados, quase sempre eram retribuÃdos por ela, mesmo que discretamente. Meus sorrisos eram devolvidos. E quase todo dia eu ia com ela até o ponto de ônibus (que era caminho para que eu fosse embora) e puxava assuntos cada vez mais pessoais.
Finalmente, precisamos fazer um trabalho de grupo. Marcamos em uma sala da faculdade (eu, ela e mais 7 pessoas) no inÃcio da noite (estudávamos neste turno). Porém, por causa de uma prova de outra matéria, ninguém apareceu. Já eram quase 7 e meia quando eu resolvi ir embora. Quando estava saindo, Alessandra chegou. Ela pediu desculpas pela demora, ao que respondi que não havia o que desculpar, pois não tinha ninguém mais. Ela riu e perguntou se eu não queria aproveitar que estávamos ali e tentar pelo menos começar algo. Eu, claro, disse que sim.
Nossa faculdade, à noite, tem locais bem ermos. Os corredores principais, onde estão as salas de aula, são relativamente movimentados, mas os secundários são quase desertos. Como havÃamos marcado em uma sala de estudos, em um destes corredores secundários, não havia mais ninguém por perto. Começamos a discutir sobre o trabalho, um ao lado do outro. Fui chegando perto, e passei o braço por trás da cadeira de Alessandra. Continuei falando como se nada fosse, e observei sua reação . Ela nada disse, e agiu como se nada houvesse acontecido. Depois de algum tempo, cheguei mais perto, encostando a parte de cima de meu braço em seu ombro, e deixando minha mão (do braço que estava por trás dela) repousar de leve no braço dela. Mais uma vez, nenhuma reação, nenhuma tentativa de se afastar. Continuamos a conversar, até que eu encostei o rosto perto do ouvido dela e disse baixinho: "Que perfume gostoso!". Ela estremeceu toda, se afastando um pouco.
Fiquei com medo de ter avançado o sinal, mas ela logo respondeu com o nome do perfume, se virando e sorrindo para mim. Logo depois, se virou de novo, e voltou a enconstar o ombro em meu braço, na posição em que estava, de forma que meu rosto voltou a ficar colado em seu ouvido.
Nessa altura, eu já estava vendo que o gol era uma questão de tempo. Após mais alguns minutos de trabalho, fui deixando minha cabeça encostar na dela, até que estávamos quase de rosto colado. Comecei então a acariciar seu braço, e sua voz estremecia enquanto falava. Não aguentando mais aquela tortura, me afastei um pouco, virei seu rosto devagar com minha mão e tasquei-lhe um beijo sôfrego.
Ela a princÃpio se assustou um pouco e tentou se desvencilhar, mas com minha insistência logo cedeu e retribuiu o beijo. Minhas mão acariciavam seu rosto, seu braço, suas costas. Minha lÃngua trabalhava loucamente em sua boca, e ela me respondia da mesma forma. Finalmente, resolvi tentar a sorte e comecei a deixar minha mão deslizar para seus seios, bem devagar. Quando já estava quase lá, ela quebrou o beijo e eu achei mais uma vez que ia ficar na mão. Ela, porém, olhou nos meus olhos e perguntou: "O que você quer de mim?" "Você ainda tem dúvida?" , disse sorrindo. Ela sorriu encabulada e me respondeu que isso não era certo, que eu era casado e que ela tinha namorado. Olhou para o chão, como quem está encabulada. Eu segurei seu queixo, erguendo seu rosto, e disse que não existia certo e errado naquele momento, só nós dois. Isso quebrou sua resistência.
Mais uma vez ela sorriu com aquela boca carnuda pintada de batom rosa, e eu novamente a agarrei. Sem resistência, desta vez, minha mão mais uma vez escorregou para seu seio, por cima da blusa, e ao chegar lá ela soltou um gemidinho. Eu comecei a apertar e beliscar o biquinho que já estava mais do que duro por cima da blusa, enquanto ela me beijava e deixava suas mãos escorregarem pelas minhas costas.
Comecei a puxar a alça de sua camiseta, descendo um de seus braços para que eu pudesse tirar a alça. Depois, tirei o outro e a camiseta escorregou pelas suas pernas, até cair no chão aos seus pés. Parei um pouco de beijá-la para admirar seus peitinhos, tão pequenos mas tão eróticos. Alessandra mais uma vez se mostrou tÃmida, corando e perguntando o que eu estava olhando. Respondi que estava matando uma vontade que eu tinha desde que a tinha visto pela primeira vez com uma camiseta como aquela. Ela ficou mais vermelha e disse que eu estava mentindo, que seus seios eram muito pequenos. Eu disse que eram do tamanho certinho de minha boca, e caà de lÃngua em cima de um deles.
Lambi, mordi, chupei, coloquei-o todo na boca, enquanto ela gemia de olhos fechados, apertando minha cabeça contra seu peito. Comecei a apertar sua bunda com minhas mãos, e ela gemia cada vez mais alto. Parei um pouco e comecei a tirar a roupa. Tirei a camisa, o sapato, as meias e a calça, ficando apenas de cuecas. Meu pênis já empurrava a cueca de forma que chegava a doer, e ela olhava de soslaio para ele, mais uma vez tÃmida. Me aproximei de novo de Alessandra, novamente a abraçando e beijando, sentindo como era bom estar com meu peito nú junto ao dela, sentindo aquelas laranjinhas se esfregando em mim. Minhas mãos esfregavam suas costas, iam até sua bundinha, apertavam, voltavam até suas costas.
Alessandra já perdia a timidez, levada pela libido cada vez mais incontrolável. Pedi então no seu ouvido para que ela tirasse o resto da roupa. Ela se afastou um pouco, e começou a descer a saia, tirando depois o tamanco e por fim a calcinha. Que visão! Aquela negrinha deliciosa, toda pequenina apesar de seu 1,70m, nua, todinha prá mim. Arriei minha cueca, deixando meu mastro pular para fora, e sentei em uma cadeira. Pedi então que Alessandra viesse até mim. Ela veio relutante. Peguei suas mãos e forcei-a para baixo, fazendo-a ficar de joelhos em minha frente. Pressionei então minhas mãos em sua cabeça, fazendo-a entender que queria que me chupasse.
Ela abaixou relutante, mas pegou meu pau com sua mãozinha pintada de esmalte azul e começou a massageá-lo. Fazia devagar, sem olhar para mim. Não aguentando mais aquela tortura, apertei sua cabeça com mais força, e ela finalmente abaixou, abrindo sua boquinha e engolindo minha pica. Começou então a chupar enquanto subia e descia com a cabeça, acompanhando com a mão seus movimentos, tocando uma punheta de enlouquecer. Logo eu estava prestes a gozar, depois de toda aquela esfregação.
Segurei sua cabeça com força e comecei a fuder sua boca, colocando tudo. Sua mãozinha continuava a me bater uma punheta, e logo eu estava no limite. Segurei sua cabeça e meti tudo, gozando como louco. Alesandra, sentindo meu jato, tentou tirar mas eu não deixei, segurando com força. Ela tentou não engolir mas não conseguiu, acabando por se engasgar e deixar escorrer minha porra abundantemente pela sua boca e queixo, molhando seus seios. Soltei sua cabeça, e ela me olhou assustada, toda suja, boca, queixo, nariz e seios. Vendo aquela carinha de puta toda borrada de batom e porra, meu pau que estava murchando começou a crescer de novo.
A fiz levantar e sentar em meu colo, sobre minhas pernas, e perguntei se a tinha assustado. Ela disse que ja tinha feito sexo oral com o namorado algumas vezes, mas que ela nunca havia deixado ele terminar em sua boca. Pedi desculpas e disse que havia perdido o controle, mas ela me disse que estava tudo bem, que foi só o susto, mas que havia gostado. Disse a ela então que ela estava parecendo uma puta, com aquela boca borrada de batom por ter chupado meu pau, aquela porra escorrendo pelo queixo e pelo peito, e aquele cheiro gostoso de perfume. Ela abaixou os olhos envergonhada, e disse baixinho: "Eu adorei ser sua puta. Quero que me trate como uma, isso me excita muito".
Ouvindo isso, perdi todas as estribeiras. Levantei com Alessandra no colo. A coloquei de pé em frente a mesa, de costas para mim, e forcei sua cabeça de forma que ela deitasse o tronco na mesa. Peguei sua calxinha e seu sutiã e amarrei seus braços, um em cada pé da mesa, deixando-a a meu bel prazer. Disse então que ela teria que me implorar para fudê-la. Ela me olhava envergonhada. Disse então que uma boa putinha tem que saber pedir por uma rola. Fui até atrás dela e lhe dei uma palmada, com força. Ela deu um grito, pois não esperava, mas não disse nada. Repeti então a ordem para que ela implorasse, dando mais um tapa em sua bundinha gostosa. Ela estremeceu, e disse baixinho: "Por favor, transe comigo".
Eu disse que puta não falava assim, e dei mais uma palmada nela. Ela estremeceu de novo, reuniu toda a sua coragem e me disse: "Mete sua pica na minha buceta, por favor." Ouvindo isso, fui para trás dela e meti com toda a força, de uma só vez. Comecei meu vai-e-vem naquela grutinha encharcada de tesão, e Alessandra dava gritinhos cada vez mais altos: "Ai... Ai... AAaaiii. Aiii.. Mete na sua puta! Mete esse caralho duro no meu buraco... Uii... Isso, meu dono... Fode sua vaca... Fode sua putinha... Aiiii!!!". Eu fiquei louco, e comecei a meter com toda a força. A impressão é que meu saco ia entrar junto com meu pau. Acelerava cada vez mais, e Alessandra gritava tão alto que eu comecei a ficar preocupado que alguém ouvisse: "Meete!!! Mete mais!!! Me rasga!! Rasga a buceta da sua cadela!!! Isso, meu gostoso!!! Mete o pau em mim!!! Eu sou sua puta rampeira!!! AAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!"
De repente, Alessandra gozou loucamente, estremecendo toda mas sem poder se levantar por causa de suas mãos amarradas. Um lÃquido viscoso jorrou de sua buceta, chegando a molhar o chão. Continuei metendo como louco, e Alessandra gozou ainda duas ou três vezes, sempre gritando como louca, até que resolvi que era hora de gozar. Porém, a hora estava passando e eu não queria ir embora sem experimentar aquele cuzinho apertado, aquela bundinha pequena e apetitosa.
Tirei o pau de sua buceta e sem nenhum aviso meti no cuzinho, enterrando metade do pau de uma só vez. Alessandra deu um grito lancinante de dor, e pude ver lágrimas molhando a mesa. Porém, ela nada falou. Comecei a tirar e colocar devagar, dizendo que puta que se preza tem que dar o cú, que uma vagabunda rampeira como ela tem que saber o que é uma rola na bundinha, e coisas assim. Isso a fez relaxar e logo ela estava de novo rebolando em meu pau. Eu não aguentava mais, e acelerei cada vez mais, enterrando tudo no cuzinho apertado dela. Em um minuto, eu não aguentei mais e gozei feito louco naquele buraquinho apertado, enquanto puxava os cabelos de Alessandra como se estivesse montando uma égua. Sentei em uma cadeira, totalmente esgotado, e lá fiquei por alguns minutos, deixando Alessandra amarrada na mesa.
Finalmente me levantei e a soltei. Ela me abraçou e se esfregou em mim, me dando um beijo na boca. Me disse então baixinho que tinha sido maravilhoso, muito melhor que as transas com o namorado dela (que até aquele dia era o único com quem ela tinha transado). Disse também que era virgem de bundinha, e que apesar da dor e do susto tinha gostado. Pedi desculpas pela brutalidade, mas ela disse mais uma vez (sem olhar em meus olhos e ruborizada) que ela adorou ser tratada como puta.
Nos vestimos e Alessandra foi ao banheiro (com cuidado para não ser vista) lavar o rosto e ajeitar a maquiagem (que estava toda borrada). Finalmente, fomos embora, não sem um longo e molhado beijo (que quase nos levou a outro round) e a promessa dela de que logo, logo irÃamos a um motel para fazer as coisas com mais conforto. Eu a deixei no ponto do ônibus, onde trocamos um último beijo, e fui embora. No caminho de casa, pensava o quanto esperei por aquele dia, e comecei a pensar em meu próximo alvo. Mas isso é uma outra história, que dependendo do retorno que eu tiver desta logo, logo estarei contando...
L'accompagnai alla porta delle scale, la dischiusi cautamente. Lei scese piano. Non mi accorsi neppure quando aprì il portone, uscì, e lo rinchiuse.
Tornai in camera. Riportai il lenzuolino nel bagno. Detti una sciacquata alla vasca. Aprii la finestra per ricambiare l'aria.
Tirai bene le lenzuola che s'erano arricciate nel centro, le spruzzai con la mia colonia, ne misi sul cuscino. Anche qui aprii la finestra.
Tornai nel bagno, per la toletta del mattino e per la barba.
Indossai la divisa.
Un leggero bussare alla porta che portava nel resto dell'appartamento.
Andai ad aprire. Solo allora mi accorsi che la sera precedente non l'avevo chiusa a chiave.
Lenka, in vestaglia, con un vassoio. Caffè, latte, fette di pane, burro, marmellata. Entrò, lo andò a mettere sulla scrivania. Fece segno di sedermi. Si sedette di fronte.
"Sono venuta a fare colazione con te. Vedo che sei già vestito. Questa mattina hai fatto più presto del solito. Ti chiedo ancora scusa per l'invasione di Regina, a cena. E' un tipo che non conosce misura e discrezione."
Assentii con la testa, senza parlare.
"Ti imburro una fetta di pane? Preferisci la marmellata di mirtilli o di ciliege?"
"Grazie, una sola fettina. Ciliege, mi ricordano qualcosa di incantevole che ho scorto ieri sera."
"Dove?"
"Sul tuo seno."
"Ah, vai diritto al sodo."
"Si, al sodo, perché sono certo che così sei tu. Meravigliosamente soda."
"Puoi accertartene!"
E aprì la vestaglia sulla velata camicia da notte.
Mi alzai, andai alle sue spalle, le misi la palme aperte sul seno, sentii due grossi, rigidi, frementi capezzoli. Rovesciò la testa sulla spalliera, coi lunghi capelli che giungevano quasi al pavimento, dischiuse le labbra, la baciai con profonda dolcezza.
"Lenka" -sussurrai- "se il tuo cuore è duro come il resto, la punizione per me sarà tremenda."
"No, il mio cuore è tenerissimo, ma una punizione desidero dartela lo stesso: vorrei sentirti mio..."
Mentii spudoratamente.
"Ho lasciato aperta la porta che mi divide dal tuo appartamento, ho atteso tutta la notte..."
"Me o Anna?"
"Te, Lenka."
"E se fosse venuta Anna?"
"Non avrei potuto, certo, farle sospettare che preferivo te, ti pare?"
"Sai proprio cavartela. Anche questo ti rende attraente. Ma è ora che tu vada al Comando e io scenda in ufficio. Sta certo, però, che Anna non sarà meno esigente. Ho proprio l'impressione che dovrai accettarci nel tuo harem. Ciao."
Un lungo bacio, e uscì riportando sul vassoio quanto era restato della colazione.
* * *
Regina si rese ben presto conto che non poteva venire a trovarmi, se non voleva far sapere tutto ad Anna e Lenka.
Non si perse d'animo, però, e trovò una soddisfacente soluzione.
Ci saremmo incontrati dalla sorella, Biser.
Era sposata, ma il marito era al fronte, e lei occupava una grande casa, col suo figlioletto di tre anni.
"Non preoccuparti" -disse Regina- "Biser mi tiene il sacco, come io lo tengo a lei. E non credo che ti chiederà un pedaggio, in natura intendo, perché è pazzamente innamorata e gelosa di Mirko."
"Ma il marito è al fronte."
"Mirko non è il marito e non è al fronte. Se Biser ci provasse con te... io scriverei al marito."
E così, la camera di Rico, il figlioletto di Biser, divenne nostra, con un gran letto a prova di capriole.
Regina diceva ai genitori che andava da Biser, e io raccontavo a Lenka e Anna che ero di servizio notturno.
Questo modo di vivere, però, non poteva durare a lungo.
Lenka voleva fare l'amore e poi dormire abbracciata a me.
Anna, pur senza dirlo, si proponeva di dimostrarsi più passionale della sorella. Per fortuna che anche lei amava dormire tra le mie braccia. Così potevo ogni tanto potevo dormire anche io.
Le sorelle avevano stabilito dei turni, in perfetto accordo, e qualche sostituzione era dovuta solo a ragioni comprensibili.
Con Lenka e Anna i rapporti erano sereni, distensivi, senza preoccupazione alcuna. Non sapevo cosa facevano per evitare di restare incinte, ma non intendevo domandarlo.
Quando, logicamente a turno, avevo chiesto loro se dovessi essere... cauto, mi avevano risposto di stare tranquillo e non preoccuparmi.
Regina, invece, aveva il terrore del concepimento.
Mi aveva detto che Biser era rimasta incinta di Mirko e che la comare l'aveva aiutata a uscire dai pasticci. Lei, però, non avrebbe saputo cosa fare. Niente comare, prima di tutto, quindi, o il figlio o la foiba. E, dato il carattere, non credo che scherzasse.
Riempiva il cassetto del comodino di profilattici. Ogni tanto, però, diceva che doveva "farlo" senza, perché era più bello, ma che dovevo star bene attento al momento preciso, e tirarmi indrìo solo in quell'istante, né prima, né dopo.
"Ti ga' capìo? E sta pronto, tu che quando faccio l'amore con te mi me sperdo nel precipizio."
Concludeva con un bacio voluttuoso.
Mi ero tenuto libero il lunedì sera. Cena a casa di Dora, qualche volta al cine. Sempre a parlare del nostro domani. Con serietà e regolarità . Come fanno due veri fidanzati.
Il riposo assoluto lo potevo avere solo quando, con una scusa, andavo a dormire in foresteria.
Una volta il Generale Sironi mi aveva detto:
"Vedo che lei è molto occupato fuori del servizio, Orsini. Mi compiaccio. Anche io sono stato giovane e la comprendo, ma eviti comunque gli eccessi. Si diverta, in ogni caso."
Mi batté una mano sulla spalla e si allontanò sorridendo.
* * *
Regina mi aveva detto che quella sera Biser ci invitava a cena.
Chiesi al Maggiore Marini di esonerarmi dalla mensa. Feci comprare da un collega dei dolci, al bar di Dora. Prelevai le solite bottiglie dalla riserva speciale. Mi venne in mente di acquistare un braccialetto per Regina. Magnani sapeva dove procurarlo. Roba nuova e a prezzi accessibili. Infatti, quando lo portò, in un elegante astuccio, mi complimentai per il suo gusto e per il prezzo. Li vende il padre di una ragazza che frequento, signor Tenente, e deve farlo di nascosto per non finire in galera o peggio.
C'era anche Mirko, e il bambino lo chiamava stric, zio. Un omone simpatico, grande e grosso, con delle mani che sembravano pale e un sorriso perenne su un viso non proprio sprizzante intelligenza.
Cena tipica locale.
Vino e dolci, portati da me, ebbero successo.
Poco dopo l'ultimo brindisi, Mirko sussurrò qualcosa a Biser. Capii solo krevet, letto. Quindi si alzò, mi strinse calorosamente la mano e uscì dalla sala.
Biser disse che avrebbe rassettato lei.
Regina ed io andammo nella nostra camera.
Sul letto c'era una elegante camicia da notte. Candida, con le spalline e il petto di pizzo, come pure il bordo inferiore.
Quando tornò dal bagno, completamente nuda, la indossò lentamente, mi venne dinanzi e girò su se stessa.
"Ti piace?"
"Splendida. Merita qualcosa che la ricordi."
"A questo penserai tu, amore."
"Già pensato."
Presi l'astuccio col braccialetto e glielo porsi.
Lo aprì, lo guardò con occhi scintillanti di gioia che presto s'ombrarono di lacrime. Si voltò verso di me, mi abbracciò, con un lungo bacio.
"E' bellissimo, lo porterò sempre con me, giorno e notte."
Tolse la camicia ed entrò nel letto.
Qualche istante dopo ero accanto a lei. Aprii il cassetto del comodino per prendere un profilattico.
"No, tesoro, questa sera no."
Cominciò a baciarmi, a carezzarmi.
Sembrava che i suoi sensi fossero più accesi del solito.
Spesso desiderava raggiungere il primo orgasmo con le carezze. Quella sera si pose su di me, come un amazzone. Fu lei che mi condusse a penetrarla. Rimase un istante ferma, con un profondo respiro, contraendo il ventre, muovendo i fianchi perché più profondamente potesse accogliermi, e cominciò una cavalcata voluttuosa, sempre più incalzante. Ricordando le sue paure ero pronto a fare quello che lei sempre mi raccomandava, e questa tensione prolungò, e di molto, il tempo che normalmente trascorreva prima di staccarci. Sembrava impazzita, i capelli scompigliati, il seno sussultante, il grembo sempre più fremente. Quando sentì che mi preparavo a lasciarla, mise le mani sotto le mie natiche, strinse forte, e il suo ventre si dissetò spillando fino all'ultima stilla. Così, ansante, sudata, si riversò su me, sempre stringendomi in lei.
"Finalmente, Piero, finalmente. Non avrei mai immaginato che potesse essere così bello. Rifacciamolo subito, ancora, come prima, più di prima... E' il paradiso in terra."
La strinsi a me, e le sussurrai all'orecchio:
"E adesso, Regina?"
"Adesso, Piero, voglio un figlio tuo, al quale dare il tuo nome. Allattarlo, allevarlo, vederlo crescere, sempre più somigliante a te, in ricordo del tempo trascorso insieme e di questa notte in particolare. Non chiedermi nulla, adesso. Facciamo l'amore."
Quella notte l'amore non conobbe stanchezza.
L'indomani, pensoso per quanto era accaduto, mi alzai prima di Regina. Giaceva supina, braccia e gambe leggermente divaricate, i capelli sul petto nudo. Voluttuosamente sfinita.
Aprì gli occhi, mi sorrise, mi mostrò il braccialetto che aveva al polso.
Quando lasciò il letto si fermò di colpo. Portò una mano alla fronte.
"Sono stordita, Piero, ubriaca di te."
Andò nel bagno, ne uscì poco dopo e prese a vestirsi, con gesti stanchi e lenti.
Io ero pronto per uscire. Era già l'ora di entrare in servizio.
Mi accompagnò alla porta che dava direttamente sulla strada.
Mi guardò con gli occhi pieni di lacrime, le labbra tremanti.
Mi gettò le braccia al collo.
"Grazie, Piero, grazie. Sono ebbra di te, piena di te, e spero per lungo tempo. E' l'ultima volta che ci vediamo. Questa sera torna Stano, è stato congedato per motivi di famiglia. Domenica ci sposiamo e lasciamo il paese, andiamo lontano. Grazie, Piero, e addio."
Tornò in casa e chiuse la porta.
Dat wat je niet mag hebben, is enorm boeiend. Zo zitten mensen nou eenmaal in elkaar, het is onze natuur om het onbekende te willen ontdekken. We zijn niet ontevreden met wat we hebben, maar dat wat we niet hebben is zo interessant! Zeker als het gaat om verboden vruchten.
Ze ging al een tijdje met Peter om en het was een prima relatie. Hij was lief, gul en zorgzaam. Maar toen ze zijn broer ontmoette kreeg ze even geen lucht. Toen zijn donkerblauwe, twinkelende ogen de haren binnendrongen, sloeg haar hart twee slagen over. Haar relatie met Peter zou nooit meer hetzelfde zijn.
Na die eerste avond viel het allemaal nog wel mee, maar naarmate ze Mark meer zag, verscheen hij ook steeds vaker in haar fantasieën. Hij was speels, ondeugend en daarmee dus ook erg gevaarlijk. Het gebeurde dan ook regelmatig dat ze tijdens het vrijen met Peter haar ogen sloot en zich inbeeldde dat niet hij, maar zijn broer gepassioneerde liefde met haar bedreef. Eerlijk is eerlijk, het kwam hun seksleven ten goede.
Natuurlijk kon het niet goed blijven gaan. Zij kwam terecht in een innerlijke storm van liefde, lust, vertwijfeling en schuldgevoelens. En Peter zag ook wel dat ze buitengewoon gesteld was op zijn broer. Bovendien kende hij zijn broer maar al te goed. Hij wist wat een charmeur zijn broer was en hij wist dat de vrouwen met hem wegliepen. Het deed Peter ongetwijfeld pijn om te zien hoe zijn vriendin langzaam tussen zijn vingers doorglipte. Je moet dan ook een sterke persoonlijkheid zijn om te doen wat Peter vervolgens deed.
Het is een donderdag in de winter. Peter geeft 's avonds les en gaat daarna nog even een afzakkertje halen in café. Zij ligt ondertussen al op bed. Ze hebben afgesproken die avond, hij zal de nacht bij haar doorbrengen.
Al snel dommelt ze weg boven het boek dat ze aan het lezen is, ze kan nog net de kracht verzamelen om het boek weg te leggen en het licht uit te doen.
Ze heeft geen idee hoe lang ze geslapen heeft wanneer ze ontwaakt door de hand die haar blote rug streelt. Met haar ogen nog gesloten, kreunt zacht. Ze hoort hoe hij zich uitkleedt en even later kruipt het warme lichaam naast haar in bed.
Zijn warme handen gaan verder waar ze gebleven waren, zijn lippen drukken zich teder tegen haar schouder. "Hoe ging het vanavond?" fluistert ze en hij antwoordt met een onverschillige "hmm..". Zijn vingers zoeken zich een weg naar de achterkant van haar hoofd als hij haar dichter naar zich toetrekt en haar lippen vindt met de zijne. Ze draait zich op haar zij en drukt zich dicht tegen hem aan.
Bij het voelen van zijn hard geworden lichaamsdeel tegen haar buik ontsteekt zich een vlam van verlangen in haar onderbuik. Ze dwingt hem op zijn rug en gaat op hem zitten. Met een ondeugend lachje beweegt ze haar lichaam langzaam richting voeteneind, haar gulzige lippen laten een spoor van kusjes achter op zijn borstkas. Zijn stijve lid is danig aanwezig ter hoogte van haar borsten en ze kan het niet lang negeren ook al heeft ze de neiging om hem te plagen. Wanneer haar zachte lippen dan eindelijk zijn eikel bereiken, kreunt hij zachtjes van opluchting. Het puntje van haar tong draait plagerige cirkeltjes rond het rode hoofdje voor ze hem teder in zijn mond neemt. Vol overgave stort ze zich op zijn erectie. Hij zucht en kreunt met groeiende hevigheid tot haar naam over zijn lippen rolt.
Verschrikt slaat ze de dekens van zich af.. "Peter?" vraagt ze ongelovig met een boze ondertoon. Het eerste in haar bereik is de aansteker. In het licht ziet ze het flauw lachende gelaat van Mark "what the fuck?!"
Hij sust haar.. "Het is in orde" fluistert hij. Ze gebruikt de aansteker om de kaars op haar nachtkastje aan te steken. "Dit is toch wat je wilt of niet?" gaat hij verder. Ze kan geen woord uitbrengen.. Ze zou het nooit hardop kunnen toegeven, maar ze kan ook niet liegen. Hij trekt hij haar naar zich toe en drukt zijn lippen tegen de hare. "Het is oké".. Zijn stem klinkt kalmerend en verzekerend.
Er flits van alles door haar hoofd, maar de waarheid is dat de broer van haar vriend, het onderwerp van haar fantasieën, hier in haar bed ligt en dat hij onweerstaanbaar is voor haar. Eerlijkheidshalve moet ze tevens bekennen dat de reden haar eigenlijk niet zoveel kan schelen op dit moment.
Ze bekijkt hem nogmaals. "Mark.." fluistert ze ongelovig.. Hij gniffelt terwijl hij zijn armen om haar heenslaat en haar op haar rug rolt. Nu is hij het die onder de dekens verdwijnt. Zijn lippen tasten de binnenkant van haar dijen af, werken zich langzaam omhoog naar daar waar ze samenkomen. Al snel geeft ze zich over aan deze vleesgeworden droom en kronkelt ze onder zijn aanraking. Het tipje van zijn middelvinger glijdt tussen de gezwollen schaamlippen, haar staat van opwinding laat weinig te raden over. Met een tweede vinger scheidt hij haar lippen en maakt de weg vrij voor zijn tong.
Ze heeft heel weinig nodig op dit moment. Het besef dat het de sexy Mark is zijn tong over haar clitoris beweegt doet haar al snel schokken in een onverwacht orgasme.
Als zijn hoofd weer boven de dekens verschijnt, neemt ze deze kreunend tussen haar handen. Terwijl ze hem dankbaar zoent, manoeuvreert ze de opening van haar diepste geheim op zo'n manier dat het kloppende lid van Mark als vanzelf naar binnen glijdt. Gelijk een warme, vochtige handschoen omsluit haar vrouwelijkheid de welkome indringer.
"Oh.. neuk me" kreunt ze zachtjes bij zijn oor "neuk me". Mark, gevrijwaard door dit dringende verzoek, neemt haar bovenlijf in zijn armen en drukt haar tegen zich aan. Hij klemt zijn handen om haar schouders en zet zich schrap. Haar benen klemmen zich om zijn middel als ze hem nog dieper in haar dwingt met haar hielen.
Na een voorzichtig intro bouwt het ritme zich al spoedig op en voor hij het zich goed en wel beseft stoot zich als een dolleman naar binnen. Met zijn hoofd verborgen in de holte tussen haar schouder en haar nek, gaat elke slag gepaard met een zware ademstoot. Ze zet zich af tegen de muur, weerstaat zo de onbezonnen stoten waarmee hij bij haar binnendringt en voorkomt dat haar hoofd tegen de muur slaat.
Aangemoedigd door haar uitgelaten taalgebruik neemt hij haar zoals hij nog nooit en vrouw heeft genomen. Met een verbeten gezicht en een verwilderde blik spoelt een onbeschrijflijk hoogtepunt over hen heen.
Oneindig lijkt hij sperma te spuiten, vanuit zijn tenen tot in haar diepste diepten. De vingerafdrukken zouden de volgende dag bewijs zijn van de kracht waarmee ze zich aan elkaar vastklampen. Hun lichamen zo verkrampt onder deze zintuiglijke schok dat ze geen controle hebben over de kreten die de buren doen opschrikken.
Met haar hoofd rustend op zijn borstkas, liggen ze tegen elkaar aan wanneer hij het verhaal vertelt. Naar achteraf blijkt, stond Mark die avond aan de bar, genietend van zijn eerste Palmpje van de dag. Peter was, zoals al gezegd, binnengekomen na de cursus. Het was gezellig, het ene biertje na het andere, mensen komen, mensen gaan. Er wordt gelachen, gepraat, geflirt en gedronken. Peter heeft hem op het eind al aardig zitten wanneer Mark en hij in een diep gesprek verwikkeld raken. Het kost hem wat moeite, maar Peter vertelt uiteindelijk openhartig dat hij vreest dat zijn vriendin meer voor Mark voelt dan het hem lief is. "Wat vind jij van haar?"
"Hele leuke meid, maar hé! Het is jouw vriendin.. je denk toch niet dat ik ooit.."
"Nee, nee.." Peter wuift de rest van Mark zijn zin weg "dat weet ik, zo bedoelde ik het ook niet". Wat Peter wel bedoelde was het volgende. Mark zou die avond de sleutels meekrijgen, met medeweten van Peter zou zij dan "kunnen doen wat ze moet doen". Peter legt vervolgens aan Mark uit dat hij hoopt dat het daarmee dan afgelopen is, dat zij zal inzien dat het gras niet per definitie groener is aan de andere kant.
Mark, die het doet voorkomen alsof hij zijn broer een dienst bewijst, maar het absoluut niet alleen uit humanitaire beweegredenen doet, zweert op zijn beurt dat hij het bij deze ene keer zal laten. Verder spreken ze af dat het nooit tegen één van de betrokkenen gebruikt zal worden en dat er na morgen überhaupt nooit meer over gesproken zal worden.
Wanneer Mark opstapt om te gaan, pakt Peter nog even zijn onderarm vast "ze is volgende week jarig, zeg haar dat dit haar verjaardagscadeautje van mij is". Een cru glimlachje verschijnt op zijn gelaat.
"En zo is het gegaan" zucht Mark. Wanneer ze haar hoofd opricht kijkt hij in haar helder blauwe ogen. Ze last een dreigende stilte in. "Ik geloof er geen reet van!".
Aangezwengeld door de uitdrukking op haar gezicht kan Mark zijn lach niet onderdrukken. "Ik kan jou ook niets wijsmaken".
"Toe!" roept ze, terwijl ze hem een flinke duw geeft "Vertel me de waarheid!".
"Oké, oké.. Peter was inderdaad in de kroeg, tegen het eind van de avond was hij dronken. Hij vertelde me dat hij zich zorgen maakte over wat jij voor mij voelde. Hij zei hij bij jou langs zou gaan en ik heb hem gezegd dat hij dat beter niet kon doen in de conditie waarin hij was. Ik heb hem naar huis gebracht, in bed gestopt en heb jouw sleutels meegenomen".
Weer is het ijzig stil. Ze bijt peinzend op haar onderlip. "En Peter slaapt?"
"Als een roos!" verzekert hij haar.
"Mooi!"
Met een ondeugende glimlach verdwijnt ze wederom onder de dekens, haar lippen vinden dezelfde weg naar beneden langs zijn gespierde borst "mijn verjaardagscadeautje" mompelt ze.
Ze proeft hem, geniet van hem en tergt hem voor ze wederom zijn pik in haar mond neemt. Het kleine, getrouwe alter ego is al vlot weer in staat van paraatheid gebracht. Nu alle misverstanden uit de weg zijn geruimd kan ze verder gaan waar ze gebleven was en kan Mark naar hartelust kreunen nu ze zich opnieuw oraal over zijn dankbare lid ontfermt.
Gedreven weet ze Mark meerdere malen tot een "bijna hoogtepunt" te brengen, daarbij kundig de kostbare zaadlozing afwendend. "Jezus!" kreunt hij na de vierde keer, wanhopig van geilheid. Ze weet dondersgoed dat een mens daar gek van wordt en dat is precies wat ze wil. Hij richt zijn hoofd op, de uitzinnige blik in zijn ogen beantwoordt ze met een zelfvoldaan, sensueel glimlachje.
"Fuck" gromt hij, met zijn kaken stevig op elkaar geklemd. Ze heeft haar rug al min of meer naar hem toegedraaid als hij met reflexachtige snelheid overeind komt. Hij pakt haar stevig bij haar heupen beet en trekt haar billen verder naar zich toe. Zijn linkerhand klemt zich als de kaak van een pitbull om haar heup, de andere hand gebruikt hij om haar aan zijn spit te rijgen.
Het is de gedachteloze bruutheid, waarmee hij haar neemt, die haar zo opwindt. Enkel en alleen het moment, dat zijn keiharde erectie de schacht van haar verlangen binnendringt, is voldoende om haar tot een orgasme te brengen. De zware kreun, die haar op dat moment ontsnapt, wordt gesmoord door het dekbed waarin ze haar gezicht begraven heeft.
Zijn rechterhand steunt nu op haar schouder en drukt haar nog dieper in het dons. Haar billen, hoog in de lucht gestoken, trillen na bij elke stoot. Haar vaginale spieren knijpen zich spastisch samen in haar voortdurend oplaaiende orgasme. De meest vreselijke schelwoorden liggen op zijn lippen, zo ver heeft ze hem gekregen. Verder dan het grommen van "arrgg… you bi.." komt hij niet. De rest stokt in zijn keel als hij zich schrap zet voor een explosie. Met alle kracht die hij in zich heeft spuit hij zijn tweede lading in de jonge vrouw die aan zijn broer toebehoort.
Het is zeven uur 's ochtends, een uur slaap en twee orgasmen verder als Mark de kou instapt. Versuft loopt hij richting huis, enkele vroege vogels zijn alweer op weg naar hun werk. "Godzijdank ben ik vrij" denk hij bij het zien van de slaperige hoofden die voorbijfietsen, ineengedoken alsof ze zo de koude wind niet voelen.
Peter hangt om twaalf uur diezelfde ochtend aan de telefoon. Mark neemt op, aan de andere kant van de lijn is het stil. "Peter?" vraagt hij, overtuigd van het feit dat hij het is.
"Ja"
Er volgt een lange stilte. Geen van beiden weet wat ze moeten zeggen.
"Luister" zegt Mark uiteindelijk "ze geloofde het niet dus ik heb gezegd dat je dronken was, dat ik je naar huis heb gebracht en toen haar sleutels van je heb gepikt".
"Ik begrijp het"
"Zeg.." gaat Peter uiteindelijk verder "misschien moeten we morgen anders met z'n allen wat gaan eten? Dan hebben we het maar vast gehad. Hoe langer we wachten hoe ongemakkelijker het wordt."
Als hij hoort hoe Mark aarzelt, voegt hij er aan toe "Ja joh.. het wordt heus gezellig! Neem je Suzanne mee.."
"Suzanne? Ik zal het vragen.. ze heeft het wel druk de laatste tijd. Ik zie haar nauwelijks meer".
"Kijk maar, bel me morgenmiddag anders even"
"Oké"
Peter legt met een glimlach de hoorn op de haak, sluit zijn ogen en kreunt zacht.
Ze zit op haar knieën voor hem, hij strijk langs haar lange, zachte haar als Suzanne haar hoofd opricht.. "En?"
C'était il y a maintenant une bonne dizaine d'années. Je vivais à l'époque à Paris et venais juste de me séparer de ma compagne du moment, une séparation que l'on qualifiera pudiquement de difficile.
Lors d'une soirée organisée par des amis pour me remonter le moral, j'avais fait la connaissance d'une jeune femme qui me donnait l'impression de ne pas être indifférente à mon charme. Non qu'à l'époque j'aie réellement eu le cœur à la bagatelle, mais bon, un ou deux mots glissés en douce par un ami commun m'avaient assez clairement fait comprendre que je ne risquais pas grand-chose à tenter ma chance, loin de là .
J'avais 26 ans à l'époque, et elle était plus jeune, 22 ou 23 ans. Elle était brune, cheveux mi-longs, un petit mètre soixante-dix. De petits seins, des hanches un peu fortes, mais sans plus. Un soir, elle passa à mon appartement et, après une soirée passée à converser et siroter du vin, nous avions poursuivi par des baisers, sur le visage, puis au coin des lèvres, et enfin, à pleine bouche. Cécile savait embrasser. Sa langue jouait avec la mienne, elle savait user de la succion de ses lèvres à bon escient et même si nécessaire, mordiller. Bien évidemment, nous n'allâmes pas plus loin le premier soir. Nous le savons tous, ne jamais coucher le premier soir.
Néanmoins nous convînmes de nous revoir le lendemain. Et là , nous passâmes aux choses sérieuses.
Le deuxième rendez-vous commença où le premier s'était arrêté, par des baisers, de plus en plus appuyés. Et bientôt, nous nous dirigions vers la chambre à coucher. Cécile était légère dans mes bras, je suis plutôt musclé pour mon mètre quatre-vingt. Tout en continuant à nous bécoter, nous nous déshabillâmes mutuellement avec une impatience non feinte.
J'eus là ma première rencontre avec un wonderbra, qui me fit reconsidérer sa poitrine de petite à très menue. Une fois nue, il se dégageait d'elle une certaine sensualité et une certaine mollesse. Mes lèvres et mes mains commencèrent alors à explorer son corps. Elle était brune, recouverte d'un fin duvet, légèrement prononcé au creux des reins. Ses seins dardaient plaisamment et s'érigeaient sous les caresses de ma langue et de mes mains. Bientôt j'étais en train de descendre vers son intimité. Elle ne rasait pas ses parties intimes, enfin, pas entièrement. Son pubis était velu mais doux, et elle s'était clairement lavée avant de venir. Il émanait d'elle une odeur douce et lorsque je commençai à explorer son intimité de ma langue, elle se révéla fort agréable au goût, pas acide, une mouille liquide somme toute agréable à laper. Elle apprécia la caresse, le léger mordillement de mes dents sur ses lèvres intimes, ma langue envahissant son orifice, mes lèvres suçotant son clitoris. Bientôt je me redressai pour lui proposer de prendre mon sexe en bouche. Et là , petite surprise, la jeune fille ne suçait pas :
- Non, je n'aime pas cela.
- Pourtant tu embrasses si bien, je suis sûr que tu es une excellente suceuse.
- Désolé, mais je n'aime pas avoir un sexe dans ma bouche.
Elle compensa de la main, avant d'enfiler un préservatif sur ma hampe dressée.
Sa grotte était déjà bien accueillante et je m'enfournai sans peine en elle. Elle gémit et m'embrassa, alors que je commençais à l'envahir. Une fois au fond, je l'embrassai et débutai mon va-et-vient. J'aime bien alterner le rythme, et ouvris le bal par un lent va-et-vient, sortant ma queue presque entièrement avant de la posséder à nouveau entièrement. Elle ondulait sous moi, cette entrée en matière douce lui plaisait. Bientôt, je changeai de rythme, me fis plus conquérant. Mes coups de rein se firent plus violents et mes mains, au lieu de continuer à doucement caresser ses seins, se mirent à pétrir ses hanches, puis ses fesses.
- Encore, plus fort, je t'en prie. Continue
Elle se mordit les lèvres pour ne pas crier et se mit à gémir bien plus profondément quand je laissai mon index traîner entre ses fesses et titiller sa petite rosette. Et là je lui susurrai à l'oreille.
- Et ici, tu aimes recevoir un sexe?
A ma grande surprise, elle répondit par un long gémissement :
- Oui, mais pas ce soir.
Nous finîmes la soirée par un orgasme commun, n'ayant rien pratiqué d'autre qu'un missionnaire certes classique, mais somme toute bien agréable, surtout pour moi, après quelques mois d'abstinence.
Le soir suivant, ce fut ceinture, chacun ayant ses occupations.
Le lendemain, en revanche, elle revint. Visiblement, vingt-quatre heures d'abstinence n'avaient fait qu'attiser son désir, puisqu'elle me sauta plus ou moins dessus. Après des préliminaires digitaux assez prononcés, je l'empalai sur ma queue. Cette fois, pas de fioritures. Je la bourrais sèchement, de grands coups de queue qui lui arrachaient des râles. La limer comme cela était fort agréable, mais j'avais envie de changement, aussi, je la fis se retourner et se mettre à quatre pattes sur le lit. Empalée en levrette, elle se révélait bien chienne, me suppliant de continuer à la baiser. En vrai gentleman, je ne pouvais faire autrement qu'obtempérer. Elle était vraiment bien lubrifiée et la vue de sa croupe m'excitait au plus haut point. Je lâchai une ou deux claques légères sur ses fesses et elle poussa de petits cris, plus du fait de la surprise qu'à cause de la douleur.
Je choisis alors de ralentir mon rythme et laissai mes doigts reprendre leur exploration de notre dernière séance, glissant mon index dans son anus.
- Et ce soir, je peux?
- Oui, mais sois doux. Me répondit-elle dans un soupir.
À ces mots, mon érection devint encore plus dure, un léger spasme parcourut mon corps. Je sortis ma queue de son vagin et la pointais vers son anus.
- Lubrifie-moi.
Je laissais un filet de salive couler de mes lèvres, il s'écrasa sur sa petite corolle. Certes ce n'était pas un lubrifiant, mais cela ferait l'affaire. C'est là que je réalisais que, contrairement au creux de ses reins et à son ventre, sa petite corolle était lisse. J'alignai ma queue sur son anus et je poussais, lentement.
- Doucement, doucement.
Elle grognait, mais me laissait continuer. Je poussais tout en douceur, ne souhaitant pas la blesser. Et d'un coup, mon gland passa sa petite rosette. Un petit sanglot, mi-cri, mi-gémissement, s'échappa de sa gorge. Je lui laissais quelques secondes pour s'habituer puis poussais ma queue plus avant. Au bout de quelques centimètres, un autre gémissement s'éleva de sa gorge. Rauque, presque animal.
- Attends, laisse-moi m'habituer.
Ma queue palpitait, son anus serré la comprimait et je devais me retenir pour ne pas m'enfoncer plus avant jusqu'aux couilles dans son orifice le plus étroit.
- Ok, continue.
Là je pus poursuivre jusqu'à la moitié de ma queue, avant qu'elle ne me stoppe.
- Aie, arrête, tu me fais mal.
Elle frissonnait et gémissait doucement. Après une minute, elle me dit.
- Continue.
Et là d'un coup je finis de la pénétrer, m'enfonçant jusqu'aux couilles dans son cul. Son cri fut étouffé par l'oreiller. Je restais immobile, planté au fond de son cul, mon pieu palpitant doucement au rythme des contractions affolées de son anus. Après une minute, alors que je sentais qu'elle commençait à se détendre, je remuais mon bassin, légèrement, lui arrachant un gémissement.
- Je ne suis pas le premier à prendre ton cul hein?
- Non, mais .. tu es le plus épais.
- Et tu aimes vraiment ou tu fais plaisir?
- Un peu des deux.
- Tu aimes quoi alors? Le côté humiliant, la douleur?
- Ne parle pas tant.
- Tu penses à quoi quand je t'encule?
- Tu ne m'encules pas, tu me sodomises.
Au moment où elle disait cela, je recommençai à bouger.
- Et là je fais quoi?
- Tu me sodomises.
J'accélérais peu à peu mes mouvements et je me laissais tomber de tout mon poids sur elle. Seules mes hanches bougeaient, un va-et-vient de plus en plus ample dans ses reins.
- Tu me fais mal.
- Je te sodomise ou je t'encule là .
- Ahhhhhh
- Réponds-moi!
Je lui susurrais ces mots sans relâche dans l'oreille, bien planté en elle, tout en laissant une de mes mains caresser son clitoris. Enfin dans un cri, elle dit ce que j'attendais d'elle.
- Tu m'encules.
- Oui je t'encule ma petite chienne, je t'encule et c'est bon, très bon.
- Oui.. Ahhhhhh
- Je vais t'enculer souvent ma chienne, ton petit cul et ma bite vont devenir très intimes.
- Oui ahhhh mais viens maintenant viens....
- Dis-moi ce que tu es...
- Une enculée. Ton enculée.
- Oui mon enculée et ma salope. Ma chienne.
- Oui je suis ta chienne, allez viens, jouis dans mes reins.
J'accélérais mes mouvements, lui arrachant maintenant des cris, mes doigts massaient son clitoris et dans un dernier spasme, je m'enfonçai au creux de ses reins et éjaculai profondément en elle.
Je restais en elle, sur elle, pendant qu'elle jouissait à son tour. Une fois l'excitation retombée, elle me regarda avec un air de reproche.
- Tu m'as fait mal.
- Oui, mais tu as aimé
- Non.
- Si tu as aimé cela, ce mélange de douleur et d'humiliation. La preuve, demain tu reviendras, pour te faire baiser et enculer comme une chienne.
- Chut, ne dis pas cela.
- Je le dis, car tu es une chienne, ma chienne, avide de câlins lubriques.
- Non.
- C'est simple, là tu vas rentrer chez toi, et demain tu reviendras. Si tu reviens, ce sera la preuve de ce que tu es.
Le lendemain, elle sonnait à ma porte.
- Salut ma petite enculée.
- Ne m'appelle pas comme cela.
- Tu vas être contente, j'ai acheté du lubrifiant.
A ces mots, un léger sourire se fit jour au coin de ses lèvres et elle m'embrassa.
- Sauvage, tu sais que j'ai encore mal d'hier.
- Tu as encore mal, mais tu veux encore jouir.
- Oui, je veux encore sentir ta queue en moi.
- En toi?
- Oui, dans ma chatte et dans mon cul.
Et en vrai gentleman, j'obtempérai à ses désirs.
Justo al cumplirse el minuto de rigor, el moderador me hizo la señal para que se la sacase. Ester empujó hacia atrás con sus caderas para intentar mantener el hinchado miembro en su sitio, pero no tuvo éxito. El moderador se me quedó mirando.
- Ahora votaremos para decidir el castigo que te imponemos -me dijo, hablando en voz alta para que todo el mundo le oyese. - ¿Castigo? ¿A mÃ? Pero, ¿por qué? -dije, incrédula. - Por haber cambiado las reglas del anterior juego -me contestó- Las pollas solo podÃan entrar en su coño y no en su culo. Además, no te estaba permitido comerte todas las pollas sin mi permiso.
Nadie votó en contra. Mientras, vi cómo Ester rodaba sobre su espalda, con su mano flotando lentamente hacia su hambriento clÃtoris. La gente habÃa llegado a una decisión.
- Vamos a vendarte los ojos y luego todos te haremos lo que queramos sin que tú sepas quién ha hecho qué -exclamó el moderador, sonriendo.
De repente, alguien me colocó una venda sobre los ojos y varias manos me empujaron hacia la cama. Un segundo después, una polla entró en mi boca y comencé a chuparla con ansia. Una segunda polla se clavó en mi chorreante coño, pero tras cuatro embestidas, salió. Luego, sentà como alguien me separaba las nalgas y acto seguido, otra polla (o quizá la misma) entró de un solo empujón en mi culo. Quise gritar pero la polla que habÃa enterrada en mi boca me lo impidió.
Me pusieron de lado lentamente, para que ninguna de las pollas que me estaban follando ni las dos bocas que estaban empezando a chuparme las tetas se alejasen de sus objetivos. Noté que al menos una de ellas era de mujer pues tenÃa la piel de la cara muy suave, sin asomo de barba.
Varias personas se amontonaron en torno a mi sexo e intentaron penetrarme. Tras un leve forcejeo, una de ellas lo consiguió. Tal era la lucha que se habÃa formado entre la gente que habÃa entre mis piernas, que me sentÃa como si me estuviesen follando varias personas a la vez.
Era como si toda la gente se hubiese subido encima de mÃ. La polla de mi boca entraba y salÃa de ella sin descanso, mientras que la de mi coño seguÃa bombeando, pero con alguna dificultad. La de mi culo aún me penetraba, pero daba la impresión de que casi toda la estimulación de su propietario provenÃa de mis esfuerzos por contrarrestar las embestidas de todos los demás.
Al parecer, las dos personas que me estaban chupando las tetas habÃan decidido excitarme y estimularme tanto como pudiese aguantar. La verdad es que me alegraba de tener los ojos vendados, pues asà me podÃa concentrar totalmente en lo que me estaban haciendo. Ver lo que pasaba solo me hubiese servido de distracción.
Una de las chicas me cogió una mano, la puso en su coño y comenzó a frotarse con mis dedos, usándolos para masturbarse. Estaba tan confundida con todo aquello que no era capaz de reaccionar. Era como si me hubiese convertido en un objeto, como si me hubiesen privado de mi voluntad.
La polla de mi boca empezó a palpitar. Segundos después, una corriente de leche salió disparada hacia mi garganta. Intenté tragármela toda, pero un poco cayó por mi mejilla. Antes de que pudiese recuperarme, pusieron un coño ocupando su lugar, el cual me puse a lamer sin dilación. Al parecer, los dos que estaban follando mi coño y mi culo habÃan encontrado un ritmo común. Con sus embestidas consiguieron que me corriese.
Estaba en mitad de mi segundo orgasmo, cuando oà un grito y el hombre que me estaba atravesando el coño se corrió. Luego, mientras se retiraba lentamente, sentà cómo su semen empezaba a fluir lentamente de mi agujero. Su compañero, dedicado completamente a mi culo, seguÃa bombeando incluso con más fuerza.
Una cara apareció en mi coño y comenzó a lamerlo con pasión. La sensación de que me estuviesen dando por el culo mientras otra persona me comÃa el coño era nueva para mÃ. Empecé a correrme otra vez. Alguien empezó a tirarme del pelo. A pesar de la dificultad, intenté seguir cumpliendo con las exigencias del coño que estaba sobre mi cara. Una nueva polla apareció en mi mano y comencé a menearla arriba y abajo. Una de las bocas que habÃa en mis pezones desapareció, ocupando su lugar un par de fuertes manos que comenzaron a restregar mis tetas, amasándolas como si fuesen masa de pan.
- Creo que a esta chica le apetece que le den unos cuantos azotes -dijo a mi derecha una voz que no pude averiguar de quién era.
El coño que estaba chupando se apretó más aún contra mi cara. Lo lamà todo lo bien que pude. Sus muslos aplastaron mi cabeza al alcanzar el orgasmo. Rápidamente, una nueva polla lo reemplazó y se abrió camino hacia el interior de mi boca.
Me imaginaba una fila de personas haciendo cola en cada una de mis atracciones, esperando su turno. Me di cuenta de que habÃa perdido toda conexión entre aquellos órganos sexuales y la gente a la que estaban unidos. La venda de mis ojos habÃa hecho desaparecer todo menos mi capacidad de sentir lo que estaba sucediendo. Tuve que admitir que, desde el mismo instante en que entré en aquella habitación, habÃa estado esperando secretamente que algo asà pudiese ocurrir. Lo cierto era que, desde la primera vez que Ester me excitó el clÃtoris con sus dedos, habÃa permanecido en un estado de constante excitación.
Al parecer, el hombre que me estaba dando por el culo habÃa alcanzado finalmente el punto sin retorno. Me agarró de las caderas y tomó el mando de mis movimientos. Segundos después, sentà cómo grandes chorros de semen salÃan lanzados de su polla hacia mis entrañas. Luego, se tendió a mi lado y sentà cómo su miembro se ablandaba, saliendo lentamente de mi culo. Inmediatamente después, se fue, dejando libre mi parte trasera.
La boca de mi teta derecha fue reemplazada por otra fuerte mano. Ahora mis tetas estaban siendo masajeadas en equipo. De pronto, una de las manos desapareció. Segundos después noté algo en mi pecho, en el valle que formaban mis dos tetas. Era una mano, una mano embadurnada con alguna especie de lubricante. Pasó por mis tetas una y otra vez, embadurnándolas con aquel viscoso lÃquido. Alguien se subió sobre mi vientre, escaló por mi cuerpo y colocó una dura polla entre mis lubricadas tetas. Sus manos unieron mis pechos, convirtiéndolos en un coño listo para ser follado. Las caderas de aquel hombre comenzaron a moverse atrás y adelante a un ritmo demencial.
La polla de mi boca desapareció sin disparar su carga en mi garganta y la de mi mano fue reemplazada por un ardiente coño. Alguien me besó en la boca, creo que una mujer, serpenteando con su lengua hacia mi garganta. Notaba cómo el semen goteaba de mi culo y de mi coño. La polla que estaba follándome las tetas aumentó su velocidad.
Alguien me levantó las piernas, dejando mi coño a la vista. Me azotaron con fuerza en el culo diez veces, mientras una mano ocupaba un lugar en mi coño, masturbándome. La polla de mi pecho empezó a escupir semen con fuerza. Me alcanzó en la cara y luego cayó goteando de ella. También debió alcanzar a la mujer que me estaba besando, pero no por ello dejó de meterme la lengua ni un solo segundo.
El ya fláccido miembro se apartó de mis tetas. La boca que me besaba se alejó también, igual que el dedo de mi clÃtoris. Durante un instante me quedé allà tendida, exhausta.
Un minuto después, más o menos, me quitaron la venda. Me dieron una toalla y me limpié suavemente con ella mientras observaba al grupo reunido. Entre ellos estaba Juan, mi novio, que también habÃa participado. y de que en la vida hubiese podido distinguirlo de los demás. Me di cuenta de que no lo habÃa reconocido entre toda aquella gente dándome placer sin parar.
- Ahora vas a darnos las gracias a todos y cada uno de nosotros por haberte proporcionado un rato tan agradable -me dijo el moderador- Pero lo harás de una forma muy especial.
Unos instantes después estaba besando los coños de cada una de las mujeres. Luego, me metà en la boca las pollas de cada uno de los hombres, dándoles las gracias a cada uno de ellos. Justo en ese momento la puerta se abrió.
- ¿Donde está todo el.... mundo? -dijo el recién llegado- ¡Joder, me parece que me he equivocado de habitación!





